Ontem o Grav voltou de vez das (merecidas) férias! Foi realizada a primeira Sessão Grav do semestre, com o filme Madame Satã, primeiro longa do brasileiro Karim Aïnouz. Madame Satã é um filme ousado, na medida em que une homossexualismo e travestismo.

Cartaz Madame Satã

Em “Madame Satã”, o cineasta Karim Aïnouz equilibra crueza e plenitude de estilo visual com uma visão “neo-macunaímesca” no retrato de um personagem real. João Francisco dos Santos (Lázaro Ramos), artista transformista e criminoso conhecido como Madame Satã, foi uma figura singular da marginália carioca nos anos 1930.

 “Eu sou filho de Iansã e Ogum e de Josephine Baker eu sou devoto”, diz este freqüentador da boemia da Lapa entre golpes e mortes.

O temperamento explosivo de Madame Satã constrói pela destruição uma vida emblemática, em atos movidos sem mesura por instinto e paixão. A câmera de Aïnouz age como um personagem dos ambientes nos fazendo participar intimamente da vida do protagonista, não apenas retratando à distância, mas se integrando à sua própria vida.

Mais informações sobre o filme, além da sinopse, como críticas e a ficha técnica completa, você pode conferir no site da Programadora Brasil.

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