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Biografia

Filho de judeus intelectuais residentes em Bialystok, Dziga Vertov nasceu Denis Kaufman em 1896. Estudou música no conservatório da cidade até a invasão alemã que o obrigou a mudar-se para Moscou. Lá, trava conhecimento com o Futurismo de Marinetti, enquanto se dedica à poesia e à ficção científica. Neste momento adota o pseudônimo: Dziga Vertov, uma tremenda ironia. Vertov é derivado do verbo girar, rodar ou fazer rodar; Dziga, segundo o próprio, é a onomatopéia do girar da manivela em uma câmara (dziga, dziga,…). Dziga Vertov, como uma máquina que ainda não filma, mas registra e percorre o mundo com os olhos, um ser-máquina, um nome que “baixa o santo”. Em 1916 vai para St. Petersburg estudar medicina, ao mesmo tempo que inicia experiências de montagens a partir de gravações sonoras. Dois anos depois dá partida na carreira cinematográfica como diretor do primeiro programa oficial de atualidades, o cinejornal Kinonedelia (ver Manifestos). Conhece sua futura colaboradora e esposa, Elizaveta Svilova, com quem formará mais tarde o Conselho dos Três. Em 1922, batiza seu trabalho próprio Kinopravda, em homenagem ao jornal fundado por Lenin. Vertov, seu irmão Phillip Kaufman e Elizaveta formam o Conselho dos Três acerca dos trabalhos do Kinopravda. Em 1922 publicam a Resolução do Conselho dos Três, decretando a morte do cine-drama alemão e da “ausência de fundamento do cinema americano”, embora o próprio manifesto faça ressalvas sobre “a velocidade das imagens e os grandes planos”.

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Filmografia

1919 Kino Nedelia, A Semana no Cinema
1919 Aniversário da Revolução
1922 História da Guerra Civil
1924 Brinquedos Soviéticos
1924 Cine-Olho
1925 Kino-Pravda
1926 A Sexta Parte do Mundo
1928 O Onézimo
1929 Um Homem com uma Câmera (br)/O Homem da Câmara de Filmar (pt)
1931 Entusiasmo
1934 Três Canções para Lênin
1937 Memórias de Sergo Ordjonikidze
1938 Três Heroínas
1944 Nas Montanhas de Ala-Tau
1954 Notícias do Dia

Links

. sensesofcinema

. 25hrs

. mnemocine

. manifestos

Biliografia

. Jean-Louis Comolli and J Narboni, “Cinema/Ideologie/Critique” in Cahiers du cinéma, Oct/Nov, Paris, 1969

. Maria Enzensberger (transl), “Osip Brik: selected writings” in Screen, vol 12, no 4, London, SEFT, 1974

. John Grierson in Forsyth Hardy (ed), Grierson on Documentary, London, Faber and Faber, 1966

. Dziga Vertov (1926), Articles, journaux, projets, Union Générale d’Editions, Paris, 1972

. Dziga Vertov, Kino-Eye: the Writings of Dziga Vertov (translated by Kevin O’Brien), Berkeley, University of California Press, 1984

. Lars von Trier and Thomas Vinterberg, “The Dogme Manifesto,” issued in Copenhagen, Monday 13 March 1995

. Christopher Williams, Realism and the Cinema, London, British Film Institute, 1980

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Uma resposta »

  1. eduardo disse:

    muito bom o blog

    adoro vertov

    parabens plo trabalho de vcs.

    gostaria de manter contato. adicionei vcs no twiter como @eduardocabelin

    abç!

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